sábado, 4 de setembro de 2010

Portugal empata com o Chipre...


Ontem Portugal empatou 4-4 com o Chipre.
Um jogo com muitos golos, bonito de se ver, mas contra a selecção do Chipre é um péssimo resultado.
Toda a Europa do futebol deve estar surpreendida com o resultado. Afinal de contas, para uma selecção portuguesa recheada de estrelas que brilham nos melhores campeonatos do mundo, empatar em casa com o Chipre seria impensável.

Mas em Portugal, neste momento, ninguém ficou certamente muito surpreendido.
Depois do autêntico circo que tem vindo a haver em torno da selecção e do seleccionador, tudo isto seria previsível. Aliás, adivinha-se uma caminhada para o Europeu com um início muito difícil.

No meu entender, o principal motivo de tudo isto deve-se única e exclusivamente a um senhor chamado Gilberto Madaíl.
Há já muito tempo que ficou provado e comprovado de que o presidente da FPF é a pessoa errada para ocupar aquela posição. Falta-lhe capacidade de liderança, autoridade, visão, coragem, poder de decisão... estofo!
A opinião nacional é praticamente unânime em relação a isso, no entanto, ano após ano o senhor Madaíl vai continuando à frente da FPF, agarrado ao "tacho".
Inexplicável!

Grandes Frases #17


"Carlos Cruz parece uma Virgem Maria." (Advogado de Bibi)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

VERGONHA!

Notícia do JN ontem:

Lisboa ficou com quase todos os fundos para modernizar Estado



O Governo negociou com Bruxelas a possibilidade de investir fundos do Norte, Centro e Alentejo na modernização da máquina do Estado lisboeta, mas a autorização está a ser levada ao extremo: a larga maioria do dinheiro não sai da capital. O resto do país pouco recebe.

A Administração Pública Central (Governo ou institutos públicos, por exemplo) vai receber 177,7 milhões de euros de fundos europeus para financiar a sua modernização. O dinheiro foi dado por Bruxelas às regiões mais pobres (Norte, Centro e Alentejo), mas é Lisboa quem mais beneficia, ao abrigo de uma excepção à regra negociada entre o Governo e a União Europeia, conhecido como o efeito "spill-over", ou efeito difusor (ver explicação ao lado).

Lisboa recebe verbas por duas vias, diz o Observatório do QREN, o envelope de fundos estruturais: primeiro, através de projectos interpostos por exemplo por direcções-gerais ou institutos públicos, a executar só na capital - o que renderá 109 milhões de euros; segundo, de candidaturas em conjunto com as regiões pobres, pelo que irá ter 28 milhões - mais de metade do aprovado, conclui-se a partir do relatório de execução de 2009 do Compete, o programa financiador. No total, Lisboa receberá 137 milhões de euros - três quartos das aprovações.

O Norte, Centro e Alentejo receberão a parte que lhes cabe dos projectos com Lisboa: 25,6 milhões de euros, a dividir pelas três. Meteram também projectos sem a participação de Lisboa, promovidos (todos menos um) por universidades e unidades de saúde, com autonomia. Dos 177,7 milhões de euros, diz o Observatório do QREN, as três regiões receberão, em candidaturas isoladas, 15,5 milhões. No total, as candidaturas envolvem 41 milhões em fundos.

Governo fala de legalidade

O JN questionou a Secretaria de Estado da Modernização Administrativa sobre a razão pela qual tem concentrado investimentos na capital, em vez de desconcentrar as infra-estruturas, aplicando o dinheiro noutras regiões; e, também, se entende que os fundos deviam ser usados só em investimentos que discriminam positivamente as três regiões, em vez de financiar projectos destinados ao país no seu todo, por norma pagos pelo Orçamento de Estado.

Em resposta, fonte oficial disse apenas estar a cumprir a lei: "A atribuição de fundos comunitários, no âmbito do SAMA (Sistema de Apoios à Modernização Administrativa), decorre no cumprimento escrupuloso do que foi acordado com a União Europeia", disse. A legalidade efeito "spill-over" está a ser contestada nos tribunais pela Junta Metropolitana do Porto, mas ainda não há qualquer decisão final.

"Escandaloso", diz-se a Norte

A concentração em Lisboa destes investimentos foi contestada, a Norte. "A confirmarem-se os dados é, no mínimo, escandaloso. Mais uma vez, Lisboa está a modernizar-se, dizendo que o resto do país não existe", acusa António Marques. O presidente da AIMinho questiona o porquê de investimentos de carácter nacional serem feitos com recurso a verbas originalmente dadas para beneficiar apenas três regiões. As verbas destinam-se a "diminuir o fosso entre as regiões mais pobres e as mais ricas", disse.

Em vez disso, as "decisões cada vez mais centralizadas" tomadas pelo Executivo contrariam um discurso oficial descentralizador. "Falar de descentralização é falar de competências e estas medidas não só retiram competências às regiões como levam recursos humanos para Lisboa". Garante que "o país está cada vez mais centralizado" e teme que a regionalização, de que é defensor, só seja feita "quando já não houver fundos".

O gestor do Programa Operacional do Norte, o ON.2, aponta o dedo à concentração do Estado em Lisboa. Mário Rui Silva admite como "natural" alguma concentração na capital, mas entende que, "em Portugal, é excessiva", atendendo à "expressão muito reduzida dos serviços da administração central fora da capital".

A opinião é partilhada por Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto. "Se não for contrariada, a Administração Pública funciona numa lógica de centralismo, com uma justificação: se apostar numa única região, consegue mais sinergias, entrando num círculo vicioso: quanto mais investe, maiores as sinergias, logo mais investe. Enquanto isso, a periferia desaparece", lamenta, acusando os autarcas da região de não terem uma reacção organizada. "É uma vergonha", diz.

Onde vai parar o dinheiro?

Os fundos comunitários só comparticipam parte do investimento; o resto é entregue pelo promotor da candidatura. Como, neste caso, se trata do Estado, a segunda parte é paga com os impostos.

Os 140 projectos aprovados até Junho implicam um investimento de 391 milhões de euros, 178 milhões dos quais oriundos da União Europeia e 213 milhões do Orçamento de Estado, diz o Observatório do QREN.

Perguntas e respostas

O que é o efeito "spill-over"?
É o argumento usado para investir em Lisboa dinheiro dado às três regiões. Diz o Governo que certos investimentos feitos na capital ajudam a desenvolver o resto do país, pelo que as regiões mais pobres desenvolvem-se mesmo quando o dinheiro é aplicado em Lisboa. É o "efeito difusor", ou de "spill-over", sobre o resto do país. O raciocínio tem sido contestado por várias entidades, a Norte.

O que é o SAMA?
O Sistema de Apoios à Modernização Administrativa, do Estado, é uma das alíneas que admite investimentos em Lisboa, apesar de os fundos se destinarem ao Norte, Centro e Alentejo. É o que tem recebido mais dinheiro.

Que outros investimentos podem ser feitos em Lisboa?
A cláusula de "spill-over" também pode financiar acções de inovação e desenvolvimento cujos principais promotores estejam nas regiões mais pobres, mas que incluam um parceiro de Lisboa; e formação profissional para a Função Pública. É sempre obrigatório descrever de que forma um investimento em Lisboa contribuirá para desenvolver as regiões.

Que razões têm sido dadas?
A justificação invocada é semelhante na maioria dos projectos: que o investimento irá beneficiar todo o país e, portanto, as regiões mais pobres. Os documentos não dizem, contudo, por que razão o investimento tem que ser feito em Lisboa e não em alguma outra região do país.

Há limite ao dinheiro a desviar?
Não está definido. O Governo tanto pode não meter mais projectos (no primeiro semestre, de aperto orçamental) não foram aprovadas novas candidaturas), como pode aproveitar toda dotação do Eixo IV - Administração Pública Eficiente e de Qualidade, de quase mil milhões de euros: 685 milhões de fundos estruturais e o resto do Orçamento de Estado.

Quem financia os projectos de âmbito regional?
O Compete financia projectos promovidos pela Administração Central. As candidaturas de municípios ou associações inter-municipais, ou até entidades do Governo mas de âmbito exclusivamente regional, são apoiadas pelos programas regionais.

Projectos aprovados no Norte
No Norte, seis entidades pediram sete financiamentos; o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto interpôs duas candidaturas, para investir no Porto e Peso da Régua (406 mil euros de fundo deverão propiciar um investimento de 581 mil); as universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro (Vila Real) e do Porto, a par do Politécnico do Porto (ambos na Invicta), viram aprovado um financiamento de quatro milhões de euros, para um custo total de 5,8 milhões, que será sobretudo gasto no Porto; em Valongo, o Hospital de Nossa Senhora da Conceição vai aplicar 1,5 milhões de euros, indo receber um milhão da Europa; por último, o laboratório de Energia e Geologia, de Matosinhos, receberá 525 mil € para financiar um projecto de 750 mil. Quase todos os projectos serão feitos no Grande Porto.

E no Centro e Alentejo?
No Centro, os projectos estão mais descentralizados. Estão previstos investimentos em Coimbra (a Universidade e o hospital psiquiátrico receberão 3,5 milhões de euros, para um custo de quase cinco milhões); o Hospital das Caldas da Rainha recebeu um financiamento de 1,3 milhões de euros (investimento de 1,850 milhões); em Castelo Branco, o Hospital Amato Lusitano vai investir 3,5 milhões, com 2,4 milhões de fundo; na Covilhã, a Universidade receberá 472 mil euros para uma despesa de 674 mil euros; e o Politécnico de Leiria terá direito a 1,3 milhões, para financiar um investimento de 1,9 milhões. O Alentejo só viu uma candidatura aprovada, iniciativa da Universidade de Évora, que deverá receber uma comparticipação de 393 mil euros para um investimento de 561 mil.

Impressionante! Agora só mais uma questão pois não sou a pessoa mais indicada para responder por me encontrar no estrangeiro:

Alguém viu esta notícia em qualquer outro meio de comunicação social?
Ou será que só o JN tenta prestar um serviço informativo e imparcial?

Continuem assim e invistam tudo em Lisboa depois queixem-se que os jovens do norte e outras regiões começam a ir para outras paragens!!

domingo, 29 de agosto de 2010

Eu compro 560!


Enquanto português e apreciador dos produtos portugueses, é meu dever ajudar a divulgar o movimento 560, pois é fundamental apoiar a produção nacional!

Os portugueses vivem hoje num clima de crise, desde o desemprego, à nossa fraca economia é certo que quem mais sofre somos nós, mas o que certamente muitas vezes não nos passa pela cabeça é que podemos ter uma certa culpa nesta grave situação. Frequentemente, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato, pode vir a curto prazo, a tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, o nosso mercado está inundado por produtos fabricados no estrangeiro. Tendo normalmente esses países uma economia mais forte que a nossa, conseguem vender os seus produtos a um preço mais baixo e, desta forma, somos levados, a comprá-los. Mas, quando o fazemos, estamos a contribuir para um maior crescimento das exportações desses fabricantes estrangeiros e, sem dúvida, por vezes, a tirar postos de trabalho no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos artigos estrangeiros, os nossos fabricantes são obrigados a subir o preço dos seus produtos para compensar as quebras de produção. Ora se os produtos concorrentes já eram mais baratos na origem, isto faz com que os nossos fiquem ainda mais caros. E sendo mais caros, ninguém os compra. Toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de muitas empresas e consequentemente ao crescimento do desemprego.

Como mencionado no site do Movimento 560, este não pretende que só se compre produtos portugueses. "O Movimento 560 pretende que sempre que justifique, tendo em conta factores como o preço e a qualidade, se possa ter em consideração a aquisição de um produto nacional, dado que este ajuda na manutenção dos postos de trabalho em Portugal e no desenvolvimento da economia portuguesa."

Para verificar se se tratam de produtos portugueses, analisar se o produto tem o código 560 e seguidamente verificar o local de fabrico ou de origem. Mais informações aqui.

Um pequeno gesto, uma grande atitude... Compre produtos portugueses!

3 Anos Ilimitados!!!

Pelos vistos no passado dia 26 o Ilimitado fez 3 anos...!

3 Anos! Quem diria...

3 anos e mais de 700 posts depois, o blog continua com o mesmo propósito: Sem ser direccionado para um tema em específico, este é um lugar de opinião sobre tudo, sem compromissos. Por vezes com mais disponibilidade por parte dos colaboradores, outras nem tanto...

Humor, Futebol, Cultura, Política, VSC, Guimarães, Cinema, Música, Ciência, entre muitos outros temas... De tudo um pouco pode ser encontrado por aqui.

O blogue continua portanto na mesma onda e veremos então se chega ao IV aniversário!

Aos milhões que visitam o blog todos os dias, obrigado pela preferência e continuem com esse bom gosto... XD

domingo, 22 de agosto de 2010

Marcas deixam China e voltam a Portugal...

As grandes marcas internacionais estão a reforçar a produção de calçado em Portugal, em detrimento da China. Problemas de qualidade e de incumprimento dos prazos de entrega estão na base desta mudança que está a potenciar a produção para "private label".

"O que se sente é que as empresas que foram para a China estão a voltar. Há cerca de um ano começámos a sentir isso e este ano foi mais forte", adianta André Fernandes, da Fábrica de Calçado Evereste. Nesta empresa, as marcas próprias Cohibas, Evereste, Fugato e Chibs são o principal motor das vendas, mas, explica André Fernandes, "estamos a ser muito solicitados tanto em linhas desportivas como de estilo por marcas europeias para a produção de pequenas séries".

(...)

Nike e Adiddas regressam

São insígnias como a Nike, Adiddas, Le Coq Sportif, Armani, Prada ou Versace que olham de novo para a indústria portuguesa de calçado porque na Ásia nem tudo corre bem.
in JN

Ver mais aqui.

É com grande agrado que leio esta notícia.
É uma reacção da economia global, contra a produção chinesa, que já era esperada.
As grandes marcas querem continuar com o selo de qualidade nos seus produtos e aos melhores preços possíveis, mas a qualidade também se paga e aí Portugal pode reaparecer.
Porque em Portugal existe mão-de-obra qualificada e a preços competitivos!
Aliás, o crescimento económico da China (que continua em grande ascenção) fará também com que os seus cidadãos se comecem a habituar a um nível de vida superior, e a exigirem salários mais competitivos. Factor que fará com que o preço da produção na China suba e então provoque o desinteresse das grandes empresas nesse mercado.
Estou portanto optimista num ressurgir das economias europeias, com Portugal incluído, obviamente.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

França começa a repatriar ciganos na quinta-feira

Cerca de 700 pessoas de etnia cigana que se encontram em situação ilegal em França vão ser repatriadas para os seus países de origem – na maioria dos casos Bulgária e Roménia – nos próximos dias 19 e 26 de Agosto.

Um terceiro voo de repatriação está previsto para "finais de Setembro", precisou Brice Hortefeux, que também adiantou que as autoridades francesas já levantaram cerca de 51 acampamentos ciganos ilegais nas últimas semanas em toda a França.

"Não se trata de estigmatizar uma comunidade, mas sim de fazer respeitar a lei", reiterou Brice Hortefeux.

O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, ordenou, em Julho, a expulsão dos imigrantes ilegais ciganos e o desmantelamento dos seus acampamentos. Na mira das autoridades francesas estão cerca de 300 acampamentos clandestinos.

Paris tem sido fortemente criticada pelas Nações Unidas por estabelecer uma ligação entre a insegurança e a imigração.

No entender do Comité para a Eliminação da Discriminação Racial da ONU as medidas que estão a ser tomadas pelas autoridades francesas indicam um "recrudescimento notório do racismo e da xenofobia" no país.

Os partidos de esquerda, sobretudo, mas também vários deputados de direita, acusam o governo de Sarkozy de estar a promover um "racismo de Estado", classificando a actual política de "chocante" e "vergonhosa".

Agora respeitar a lei é xenofobia.
Já não há pachorra para isto!
Se as pessoas estão ilegais, não estão a cumprir a lei e as leis foram feitas para serem cumpridas.
Concordo!
Aliás defendo uma maior fiscalização sobre os imigrantes ilegais, cá em Portugal também. No meu entender, os imigrantes ilegais podem, de facto, ser um problema.
Muitos imigram com o intuito de buscar uma vida melhor, de conseguir um trabalho, um sustento, na perspectiva até de se legalizarem logo que seja possível.
Porém, existem os outros. Aqueles que vão para os países alheios, com maus vícios, más intenções e que não respeitam as culturas dos respectivos países acolhedores.

Embora acredite que neste caso em concreto a medida tomada pelo governo francês seja sustentada no registo de vários incidentes com ligação às pessoas da comunidade envolvida, a França de Sarkozy peca por apenas tomar esta medida relativamente à comunidade cigana.
Como já referi anteriormente, concordo com esta acção do governo francês, mas em parte.
Foi uma atitude de coragem, sem dúvidas! ...Mas devia ser tomada em relação a todos e não apenas direccionada a alguns.
Nesse ponto, discordo.

...Mas hipocrisias não!

sábado, 14 de agosto de 2010

Nunca!

E-Drugs

Um novo fenómeno circula na Internet: as e-drugs, ou drogas digitais sonoras, cujos efeitos sobre os consumidores se desconhecem.

As e-drugs são baseadas em batidas binárias, um fenómeno neurológico que consiste em emitir sons diferentes em cada ouvido e que estimula o cérebro, produzindo sensações de euforia, estados de transe ou de relaxamento, segundo quem as consome.

As sessões (doses) de entre 15 a 30 minutos de zumbidos podem ser descarregadas em vários portais especializados a preços que oscilam entre os sete e os 150 euros.

(...)

Testemunhos

"Senti chamas nos meus braços, que baixavam pouco a pouco até aos dedos dos pés. Tinha a impressão de que o meu braço pesava uma tonelada e um dos meus dedos estava curvado. Então, comecei a sentir-me muito estranho, foi genial", relatou, num fórum online, "Sugar Killer", que afirmou também ter visto uma tartaruga, um elefante verde e até o Pai Natal, no fundo da sua cama.
in JN

Drogas digitais sonoras???
150€?!!!
Para isso basta comprarem um CD do Toy que é capaz de ficar mais barato.
Também se desconhecem os efeitos sobre os consumidores, contudo não se garante que seja possível ver-se elefantes verdes...

Grandes Frases #16

"O nosso scout em Portugal, indicou-nos o Bebe." (Sir Alex Ferguson)