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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

EasyJet investe em Portugal


A EasyJet vai investir, nos próximos três anos, 300 milhões de euros na sua primeira base aérea em Portugal, localizada no aeroporto de Lisboa.

Este investimento irá representar a criação de 2 mil novos postos de trabalho directos e indirectos, na capital de Portugal.

Ver mais aqui.

Esta é uma óptima notícia para Portugal e para todos os adeptos das viagens low cost, pois agora certamente que aumentará a concorrência com a Ryanair, a companhia low cost líder no mercado e assim quem lucra somos nós clientes.

Agora é só ficar atento e aproveitar as oportunidades!

Em tempo de crise, esta é grande notícia...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Grandes Frases #18


"O Ministério das Finanças não merece crédito! E o Ministério das Finanças era das coisas rigorosas que havia no País. Aquilo já é considerado uma barraca de farturas."

Medina Carreira

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

VERGONHA!

Notícia do JN ontem:

Lisboa ficou com quase todos os fundos para modernizar Estado



O Governo negociou com Bruxelas a possibilidade de investir fundos do Norte, Centro e Alentejo na modernização da máquina do Estado lisboeta, mas a autorização está a ser levada ao extremo: a larga maioria do dinheiro não sai da capital. O resto do país pouco recebe.

A Administração Pública Central (Governo ou institutos públicos, por exemplo) vai receber 177,7 milhões de euros de fundos europeus para financiar a sua modernização. O dinheiro foi dado por Bruxelas às regiões mais pobres (Norte, Centro e Alentejo), mas é Lisboa quem mais beneficia, ao abrigo de uma excepção à regra negociada entre o Governo e a União Europeia, conhecido como o efeito "spill-over", ou efeito difusor (ver explicação ao lado).

Lisboa recebe verbas por duas vias, diz o Observatório do QREN, o envelope de fundos estruturais: primeiro, através de projectos interpostos por exemplo por direcções-gerais ou institutos públicos, a executar só na capital - o que renderá 109 milhões de euros; segundo, de candidaturas em conjunto com as regiões pobres, pelo que irá ter 28 milhões - mais de metade do aprovado, conclui-se a partir do relatório de execução de 2009 do Compete, o programa financiador. No total, Lisboa receberá 137 milhões de euros - três quartos das aprovações.

O Norte, Centro e Alentejo receberão a parte que lhes cabe dos projectos com Lisboa: 25,6 milhões de euros, a dividir pelas três. Meteram também projectos sem a participação de Lisboa, promovidos (todos menos um) por universidades e unidades de saúde, com autonomia. Dos 177,7 milhões de euros, diz o Observatório do QREN, as três regiões receberão, em candidaturas isoladas, 15,5 milhões. No total, as candidaturas envolvem 41 milhões em fundos.

Governo fala de legalidade

O JN questionou a Secretaria de Estado da Modernização Administrativa sobre a razão pela qual tem concentrado investimentos na capital, em vez de desconcentrar as infra-estruturas, aplicando o dinheiro noutras regiões; e, também, se entende que os fundos deviam ser usados só em investimentos que discriminam positivamente as três regiões, em vez de financiar projectos destinados ao país no seu todo, por norma pagos pelo Orçamento de Estado.

Em resposta, fonte oficial disse apenas estar a cumprir a lei: "A atribuição de fundos comunitários, no âmbito do SAMA (Sistema de Apoios à Modernização Administrativa), decorre no cumprimento escrupuloso do que foi acordado com a União Europeia", disse. A legalidade efeito "spill-over" está a ser contestada nos tribunais pela Junta Metropolitana do Porto, mas ainda não há qualquer decisão final.

"Escandaloso", diz-se a Norte

A concentração em Lisboa destes investimentos foi contestada, a Norte. "A confirmarem-se os dados é, no mínimo, escandaloso. Mais uma vez, Lisboa está a modernizar-se, dizendo que o resto do país não existe", acusa António Marques. O presidente da AIMinho questiona o porquê de investimentos de carácter nacional serem feitos com recurso a verbas originalmente dadas para beneficiar apenas três regiões. As verbas destinam-se a "diminuir o fosso entre as regiões mais pobres e as mais ricas", disse.

Em vez disso, as "decisões cada vez mais centralizadas" tomadas pelo Executivo contrariam um discurso oficial descentralizador. "Falar de descentralização é falar de competências e estas medidas não só retiram competências às regiões como levam recursos humanos para Lisboa". Garante que "o país está cada vez mais centralizado" e teme que a regionalização, de que é defensor, só seja feita "quando já não houver fundos".

O gestor do Programa Operacional do Norte, o ON.2, aponta o dedo à concentração do Estado em Lisboa. Mário Rui Silva admite como "natural" alguma concentração na capital, mas entende que, "em Portugal, é excessiva", atendendo à "expressão muito reduzida dos serviços da administração central fora da capital".

A opinião é partilhada por Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto. "Se não for contrariada, a Administração Pública funciona numa lógica de centralismo, com uma justificação: se apostar numa única região, consegue mais sinergias, entrando num círculo vicioso: quanto mais investe, maiores as sinergias, logo mais investe. Enquanto isso, a periferia desaparece", lamenta, acusando os autarcas da região de não terem uma reacção organizada. "É uma vergonha", diz.

Onde vai parar o dinheiro?

Os fundos comunitários só comparticipam parte do investimento; o resto é entregue pelo promotor da candidatura. Como, neste caso, se trata do Estado, a segunda parte é paga com os impostos.

Os 140 projectos aprovados até Junho implicam um investimento de 391 milhões de euros, 178 milhões dos quais oriundos da União Europeia e 213 milhões do Orçamento de Estado, diz o Observatório do QREN.

Perguntas e respostas

O que é o efeito "spill-over"?
É o argumento usado para investir em Lisboa dinheiro dado às três regiões. Diz o Governo que certos investimentos feitos na capital ajudam a desenvolver o resto do país, pelo que as regiões mais pobres desenvolvem-se mesmo quando o dinheiro é aplicado em Lisboa. É o "efeito difusor", ou de "spill-over", sobre o resto do país. O raciocínio tem sido contestado por várias entidades, a Norte.

O que é o SAMA?
O Sistema de Apoios à Modernização Administrativa, do Estado, é uma das alíneas que admite investimentos em Lisboa, apesar de os fundos se destinarem ao Norte, Centro e Alentejo. É o que tem recebido mais dinheiro.

Que outros investimentos podem ser feitos em Lisboa?
A cláusula de "spill-over" também pode financiar acções de inovação e desenvolvimento cujos principais promotores estejam nas regiões mais pobres, mas que incluam um parceiro de Lisboa; e formação profissional para a Função Pública. É sempre obrigatório descrever de que forma um investimento em Lisboa contribuirá para desenvolver as regiões.

Que razões têm sido dadas?
A justificação invocada é semelhante na maioria dos projectos: que o investimento irá beneficiar todo o país e, portanto, as regiões mais pobres. Os documentos não dizem, contudo, por que razão o investimento tem que ser feito em Lisboa e não em alguma outra região do país.

Há limite ao dinheiro a desviar?
Não está definido. O Governo tanto pode não meter mais projectos (no primeiro semestre, de aperto orçamental) não foram aprovadas novas candidaturas), como pode aproveitar toda dotação do Eixo IV - Administração Pública Eficiente e de Qualidade, de quase mil milhões de euros: 685 milhões de fundos estruturais e o resto do Orçamento de Estado.

Quem financia os projectos de âmbito regional?
O Compete financia projectos promovidos pela Administração Central. As candidaturas de municípios ou associações inter-municipais, ou até entidades do Governo mas de âmbito exclusivamente regional, são apoiadas pelos programas regionais.

Projectos aprovados no Norte
No Norte, seis entidades pediram sete financiamentos; o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto interpôs duas candidaturas, para investir no Porto e Peso da Régua (406 mil euros de fundo deverão propiciar um investimento de 581 mil); as universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro (Vila Real) e do Porto, a par do Politécnico do Porto (ambos na Invicta), viram aprovado um financiamento de quatro milhões de euros, para um custo total de 5,8 milhões, que será sobretudo gasto no Porto; em Valongo, o Hospital de Nossa Senhora da Conceição vai aplicar 1,5 milhões de euros, indo receber um milhão da Europa; por último, o laboratório de Energia e Geologia, de Matosinhos, receberá 525 mil € para financiar um projecto de 750 mil. Quase todos os projectos serão feitos no Grande Porto.

E no Centro e Alentejo?
No Centro, os projectos estão mais descentralizados. Estão previstos investimentos em Coimbra (a Universidade e o hospital psiquiátrico receberão 3,5 milhões de euros, para um custo de quase cinco milhões); o Hospital das Caldas da Rainha recebeu um financiamento de 1,3 milhões de euros (investimento de 1,850 milhões); em Castelo Branco, o Hospital Amato Lusitano vai investir 3,5 milhões, com 2,4 milhões de fundo; na Covilhã, a Universidade receberá 472 mil euros para uma despesa de 674 mil euros; e o Politécnico de Leiria terá direito a 1,3 milhões, para financiar um investimento de 1,9 milhões. O Alentejo só viu uma candidatura aprovada, iniciativa da Universidade de Évora, que deverá receber uma comparticipação de 393 mil euros para um investimento de 561 mil.

Impressionante! Agora só mais uma questão pois não sou a pessoa mais indicada para responder por me encontrar no estrangeiro:

Alguém viu esta notícia em qualquer outro meio de comunicação social?
Ou será que só o JN tenta prestar um serviço informativo e imparcial?

Continuem assim e invistam tudo em Lisboa depois queixem-se que os jovens do norte e outras regiões começam a ir para outras paragens!!

domingo, 29 de agosto de 2010

Eu compro 560!


Enquanto português e apreciador dos produtos portugueses, é meu dever ajudar a divulgar o movimento 560, pois é fundamental apoiar a produção nacional!

Os portugueses vivem hoje num clima de crise, desde o desemprego, à nossa fraca economia é certo que quem mais sofre somos nós, mas o que certamente muitas vezes não nos passa pela cabeça é que podemos ter uma certa culpa nesta grave situação. Frequentemente, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato, pode vir a curto prazo, a tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, o nosso mercado está inundado por produtos fabricados no estrangeiro. Tendo normalmente esses países uma economia mais forte que a nossa, conseguem vender os seus produtos a um preço mais baixo e, desta forma, somos levados, a comprá-los. Mas, quando o fazemos, estamos a contribuir para um maior crescimento das exportações desses fabricantes estrangeiros e, sem dúvida, por vezes, a tirar postos de trabalho no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos artigos estrangeiros, os nossos fabricantes são obrigados a subir o preço dos seus produtos para compensar as quebras de produção. Ora se os produtos concorrentes já eram mais baratos na origem, isto faz com que os nossos fiquem ainda mais caros. E sendo mais caros, ninguém os compra. Toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de muitas empresas e consequentemente ao crescimento do desemprego.

Como mencionado no site do Movimento 560, este não pretende que só se compre produtos portugueses. "O Movimento 560 pretende que sempre que justifique, tendo em conta factores como o preço e a qualidade, se possa ter em consideração a aquisição de um produto nacional, dado que este ajuda na manutenção dos postos de trabalho em Portugal e no desenvolvimento da economia portuguesa."

Para verificar se se tratam de produtos portugueses, analisar se o produto tem o código 560 e seguidamente verificar o local de fabrico ou de origem. Mais informações aqui.

Um pequeno gesto, uma grande atitude... Compre produtos portugueses!

domingo, 22 de agosto de 2010

Marcas deixam China e voltam a Portugal...

As grandes marcas internacionais estão a reforçar a produção de calçado em Portugal, em detrimento da China. Problemas de qualidade e de incumprimento dos prazos de entrega estão na base desta mudança que está a potenciar a produção para "private label".

"O que se sente é que as empresas que foram para a China estão a voltar. Há cerca de um ano começámos a sentir isso e este ano foi mais forte", adianta André Fernandes, da Fábrica de Calçado Evereste. Nesta empresa, as marcas próprias Cohibas, Evereste, Fugato e Chibs são o principal motor das vendas, mas, explica André Fernandes, "estamos a ser muito solicitados tanto em linhas desportivas como de estilo por marcas europeias para a produção de pequenas séries".

(...)

Nike e Adiddas regressam

São insígnias como a Nike, Adiddas, Le Coq Sportif, Armani, Prada ou Versace que olham de novo para a indústria portuguesa de calçado porque na Ásia nem tudo corre bem.
in JN

Ver mais aqui.

É com grande agrado que leio esta notícia.
É uma reacção da economia global, contra a produção chinesa, que já era esperada.
As grandes marcas querem continuar com o selo de qualidade nos seus produtos e aos melhores preços possíveis, mas a qualidade também se paga e aí Portugal pode reaparecer.
Porque em Portugal existe mão-de-obra qualificada e a preços competitivos!
Aliás, o crescimento económico da China (que continua em grande ascenção) fará também com que os seus cidadãos se comecem a habituar a um nível de vida superior, e a exigirem salários mais competitivos. Factor que fará com que o preço da produção na China suba e então provoque o desinteresse das grandes empresas nesse mercado.
Estou portanto optimista num ressurgir das economias europeias, com Portugal incluído, obviamente.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Cavaco visita Angola...

"Acompanhado da maior delegação de empresários de sempre numa comitiva presidencial, Cavaco Silva chegou ontem à noite a Luanda para uma visita de cinco dias a Angola. Uma deslocação com um forte cariz económico mas também político, em que Portugal quer consolidar a atribuição a Angola do estatuto de "parceiro estratégico".

(...)Portugal é o país a que Angola mais compra e o quarto para onde Portugal mais vende. Há mais de dez mil empresas portuguesas que exportam ou têm investimentos no mercado angolano e desta visita espera-se "uma nova fase de relacionamento bilateral, com a valorização do investimento e facilitando a atribuição de vistos", uma questão que perturba as relações bilaterais, como disse recentemente o presidente da Aicep.
"

in Publico.pt

Depois de 500 anos em África, os angolanos são um povo irmão e por isso é com bons olhos que vejo a cada vez maior reaproximação entre angolanos e portugueses.
As relações entre os nossos países sofriam de grande desconfiança principalmente por parte dos angolanos, devido ao passado colonial e a consequente guerra.
Territórios ultramarinos portugueses, que foram muito mal resolvidos, diga-se de passagem. Mas isso é outra história...

Angola é talvez o segundo país africano mais rico, atrás da África do Sul, e está a ter um crescimento muito grande, sustentado por uma forte riqueza em recursos naturais. Em Angola, é necessária mão-de-obra qualificada nas mais diversas áreas, que lhes permita formar boas bases para criar uma boa estrutura e melhorar as condições de vida naquele país, tornando-o mais equilibrado, ao contrário daquilo que se passa hoje em dia, onde Luanda é a cidade mais cara do mundo, devido precisamente a essa desigualdade existente.
É por isso natural que, como aliás já tínhamos visto aqui, sejam muitos os portugueses a emigrar para Angola, assim como um forte investimento de várias empresas portuguesas ali, onde existe um interesse mútuo para tal.
É bom para Portugal e é bom para Angola.

Muito bem!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Medina Carreira fala sobre a situação actual do país...

A visão de Medina Carreira sobre a situação actual do país:


Esta conferência não foi dada este mês mas mantém a sua actualidade.

Há quem diga que este Senhor é um pessimista e outros que dizem que ele só sabe criticar.
Pessoalmente acho que ele tem uma visão realista e não pessimista. Aliás, a crise que se vive, confirma-o.
Quanto ao saber apenas criticar, admito que também gostaria de vê-lo passar à acção. Como li num dos comentários ao vídeo, "das duas uma: ou ficava tudo na mesma, ou levava uma volta de 180º".
Mas uma coisa é certa, Portugal precisa de grandes medidas e pessoas corajosas, com atitude.
Portugal não precisa de pessoas que estejam apenas no cargo por conveniência e por isso não tomam medidas sérias, pois colocam a sua posição em risco...

Carrega Medina!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Barack Hussein Obama toma posse...

(Obama com o seu amigo, Osama)
O mundo encheu-se de esperança, com a tomada de posse de Obama. Agora é que vai ser! Até o Osama fez questão de felicitar, pessoalmente (!) XD, o primeiro negro, presidente dos EUA! Enfim, daqui a uns tempos logo se verá, no que isto vai dar. Por enquanto, esperança no progresso e melhoria da qualidade de vida um pouco por todo o mundo, são sem dúvidas os sentimentos dominantes, pela generalidade das pessoas...
(As palavras chave da obamomania: Esperança e Progresso)

sábado, 3 de janeiro de 2009

Aprende a Gerir melhor o teu dinheiro...

A esmagadora maioria dos portugueses, deveriam ver a reportagem seguinte e frequentar o mesmo curso na Kash.pt, uma escola de finanças pessoais que ensina como poupar e fazer crescer o seu dinheiro, endividando-se menos e gerindo melhor as suas finanças. Registar as suas despesas e receitas mensais ou colocar de parte 12,5% do seu salário todos os meses são conselhos úteis. Depois é investir. Mas lembre-se que investir, só dinheiro que não precisemos para viver, não colocando em risco as finanças do dia-a-dia!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A anedota da vida real...

Resolvi partilhar com vós, caros ilimmitados, este e-mail que recebi com esta anedota, que parece-me retratar muito bem a nossa actualidade, político-económica. Antes rir do que chorar, por isso cá vai ela:

Um pai.
Um miúdo de 11 anos.
Um trabalho escolar.

- Pai, preciso fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta?
- Claro, meu filho, qual é a pergunta?
- O que é a política, pai?
- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder económico; Classe trabalhadora; Futuro do país...

- Não entendi nada. Dá para explicares melhor?
- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo:
Sou eu quem traz dinheiro para casa: então eu sou o poder económico.
A tua mãe administra, gasta o dinheiro: então ela é o governo.
Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo.
O teu irmãozinho é o Futuro do país e a Zefinha, a nossa criada, é a classe trabalhadora. Entendeste, filho?
- Mais ou menos, pai. Vou pensar.

Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo porco. Foi ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu.

Na manhã seguinte, à hora do café, o miúdo falou com o pai:
- Pai, agora acho que entendi o que é a política.
- Óptimo filho! Então explica- me com palavras tuas.
- Bom, pai, acho que é assim: Enquanto o poder económico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente... O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Corrida ao ouro português...

A crise leva os portugueses, em situação difícil, a venderem o seu ouro...

Nesta reportagem do Expresso, pode ver o momento em que um negociante inglês Ian Shaffer compra no Hotel Palácio, no Estoril, um diamante solitário, um colar de ouro e mais dois anéis a um casal de amigos em situação económica complicada. Ao que parece, hoje em dia Portugal tornou-se num dos melhores países da Europa para se comprar ouro e jóias em segunda mão. E ainda dizem que isto tem melhorado...

PS.: Já ouvi dizer que o próprio Nelson Évora, anda a ponderar em vender a sua medalha de Ouro olímpica... LOL

domingo, 12 de outubro de 2008

Territórios, Populações, Economias... E ainda Religião!

  • Os 10 Maiores países do Mundo:
País Área (KM²)

1 - Rússia 17.075.200
2 - Canadá 9.984.670
3 - Estados Unidos 9.631.418
4 - China 9.598.077
5 - Brasil 8.514.876
6 - Austrália 7.682.337
7 - Índia 3.203.989
8 - Argentina 2.780.104
9 - Cazaquistão 2.717.313
10 - Sudão 2.505.824
(...)
108 - Portugal 92.391

  • Os 10 países mais populosos do Mundo:

País População

1. China [1,321,851,888]
2. Índia [1,129,866,154]
3. EUA [301,139,947]
4. Indonésia [234,693,997]
5. Brasil [190,010,647]
6. Paquistão [164,741,924]
7. Bangladesh [150,448,339]
8. Rússia [141,377,752]
9. Nigéria [135,031,164]
10. Japão [128,646,345]
(...)
73. Portugal [11.456.212]

  • As 10 maiores economias mundiais (estatísticas em 2007):

1 United States
2 Japan
3 Germany
4 China (PRC)
5 United Kingdom
6 France
7 Italy
8 Spain
9 Canada
10 Brazil

Outras Curiosidades:

  • O país com mais fronteiras em todo o Mundo é a Russia que faz fronteira com 14 países: Azerbaijão, Belarus, China, Coréia do Norte, Cazaquistão, Estônia, Finlândia, Geórgia, Letônia, Lituânia, Mongólia, Noruega, Polônia e Ucrânia;
  • De acordo com o anuário do Vaticano, dados colhidos em 2006 apontam que, pela primeira vez, o Islamismo é a maior religião do mundo, com 19,2% da população mundial. Os católicos, antes dominantes, são 17,4%. Segundo o Vaticano, no entanto, o número de cristãos chega a 33% se os católicos forem somados às outras linhas do Cristianismo – anglicanos, ortodoxos e protestantes;
  • Ainda a título de curiosidade, informo aos interessados que a cidade considerada mais cara do mundo é Moscovo, a capital da Rússia, que se segue de Tóquio e Londres respectivamente;
  • Relativamente à lista dos países mais desenvolvidos do mundo(contabilizado em 2007), em termos de qualidade de vida, tendo em consideração vários fatores, entre eles a alfabetização das pessoas, saneamento básico e, claro, quanto dinheiro recebem no final do mês. Esta lista está em sintonia com as listas de países mais ricos do mundo, países mais populosos e países com maiores PIBs: Islândia, Noruega, Australia, Canada e Irlanda, respectivamente, são os países onde melhor se vive, estando Portugal em 29º lugar.
NOTA: Há que salientar que a Russia mesmo depois da desintegração da ex-União Soviética, continúa a ser o maior país do mundo sem margem para dúvidas.
- Relativamente à população, chamo à atenção para a densidade populacional no Bangladesh, em que se verificam 1002 habitantes por Km
² (o verdadeiro tarrooooor!!!). E que o país menos populoso do mundo são as ilhas Pitcairn (territórios britânicos ultramarinos na Polinésia), com 51 habitantes! ...O que me leva a concluir, que se por ventura todas as pessoas do meu prédio se mudassem pra lá seria considerada uma in!in!invasão! XD
- Já em termos económicos, nós portugueses pelos vistos nem temos grandes razões de queixas pois aparecemos em 29º (nada mau...);
- Finalmente, em termos religiosos, Osama Bin Laden e os seus amigos, ao que parece estão a levar a sua missão de espalhar o islão avante, pois já há mais pessoas com fé no Islâmismo do que cristãos, ainda que nessa contagem não estejam contabilizadas as religiões de origem cristã todas juntas. De qualquer das formas é preciso ter atenção, pois isso pode significar um crescimento significativo de homens bomba em contraposto com o decréscimo de peregrinações ao São Bentinho... :P

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Magnetismo, a Energia do Futuro

A ciencia está sempre em constante evolução, permitindo à raça humana evoluir também.
A busca de novas tecnologias, é na actualidade uma luta que o homem tem travado com muito afinco e persistência no sentido de atingir esse objectivo. Essa luta tem sido complicada pois para além de todos os esforços necessários no que à investigação diz respeito, neste mundo tudo é um negócio e por isso há sempre muitos interesses económicos em jogo, facto que neste sector, como é sabido aliás, tem abrandado o seu ritmo de crescimento.

Magnetismo é o ramo da Ciência que estuda os materiais magnéticos, ou seja, que estuda materiais capazes de atrair ou repelir outros. Um sistema que permite gerar energia mecânica através desta tecnologia, está actualmente já em testes muito avançados no Japão, como poderão verificar no vídeo em baixo, e poderá vir a revolucionar o mercado no futuro, tendo como principais trunfos o facto de ser não poluente, não ruidosa e não necessita de energia eléctrica, ou seja à Borlix!

Fantástico não é?! Pois, falta agora é saber se os poderosos e magnatas do mundo petrolífero irão permitir que essa, assim como outras formas de energia já AQUI faladas sejam exploradas...

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Política que deveria ser seguida em Portugal...

Por um Portugal melhor... Chegou-me às mãos este interessante mail que vou partilhar com todos vós:

Joe Arpaio é o xerife do Condado de Maricopa, no Arizona há já bastante tempo e continua sendo re-eleito a cada nova eleição.

Ele criou a 'cadeia-acampamento' , que são várias tendas de lona, cercadas por arame farpado e vigiado por guardas como numa prisão normal.

Baixou os custos da refeição para 40 centavos de dólar que os detidos, inclusivé, têm de pagar.

Proibiu fumar
, não permite a circulação de revistas pornográficas dentro da prisão e nem permite que os detidos pratiquem halterofilismo.

Começou a montar equipas de detidos que, acorrentados uns aos outros (chain gangs) , são levados à cidade para prestarem serviços para a comunidade e trabalhar nos projetos do condado.

Para não ser processado por discriminação, começou a montar equipas de detidas também, nos mesmos moldes das equipas de detidos.

Cortou a TV por cabo aos detidos mas quando soube que TV por cabo nas prisões era uma determinação judicial, voltou a permitir mas só entra o canal do tempo e da Disney .

Quando lhe perguntaram por que o canal do tempo, respondeu que era para os detidos saberem que temperatura iriam enfrentar durante o dia quando estivessem a prestar serviço na comunitário, trabalhando nas estradas, construções, etc.

Em 1994, cortou o café , alegando que, para além do baixo valor nutritivo , estava a proteger os próprios detidos e os guardas que já haviam sido atacados com café quente por outros detidos , sem falar na economia dos cofres públicos de quase US$ 100.000,00/ano .

Quando os detidos reclamaram, ele respondeu:

- Isto aqui não é um hotel 5 estrelas e se vocês não gostam, comportem-se como homens e não voltem mais .

Distribuiu uma série de vídeos religiosos aos prisioneiros e não permite quaisquer outro tipo de vídeos na prisão .

Perguntado se não teria alguns vídeos com o programa do partido democrata para distribuir aos detidos, respondeu que nem que tivesse, pois provavelmente essa era a causa da maioria dos presos ali estarem.

Com a temperatura batendo recordes a cada semana, uma agência de notícias publicou:

Com a temperatura atingindo 116 F , (47º C), em Phoenix no Arizona, mais de 2000 detidos na prisão-acampamento de Maricopa tiveram permissão de tirar o uniforme da prisão e ficar só de shorts (cor-de-rosa) , que os detidos recebem do governo.

Na última quarta-feira, centenas de detidos estavam recolhidos nas barracas, onde a temperatura chegou a atingir os 138°F ( 60°C ). Muitos com toalhas cor de rosa enroladas no pescoço estavam completamente encharcados de suor.

'Parece que estávamos dentro de um forno', disse James Zanzot que cumpriu pena nessas tendas por um ano.

Joe Arpaio, o xerife durão que inventou a prisão-acampamento, faz com que os detidos usem uniformes cor-de-rosa e não faz questão alguma de parecer simpático.

Diz ele aos detidos:

- Os nossos soldados estão no Iraque, onde a temperatura atinge 120°F ( 50°C ), vivem em tendas como vocês e ainda tem de usar fardamento, botas, carregar todo o equipamento de soldado e, além de tudo, não cometeram crime algum como vocês, portanto, calem a boca e parem de reclamar!

Se houvesse mais prisões como esta, talvez o número de criminosos e reincidentes diminuísse consideravelmente.


Criminosos graves têm de ser punidos pelos crimes que cometeram e não serem tratados a 'pão-de-ló' , tendo do bom e do melhor , até serem soltos para voltar a cometer os mesmos crimes e voltar para a vida na prisão, cheia de regalias e reivindicações.

Muitos cidadãos honestos, cumpridores da lei e pagadores de impostos não têm, por vezes, as mesmas regalias que esses bandidos tem na prisão.


Artigo extraído e traduzido de um documentário da televisão americana. Os factos acima são verídicos e a prisão-acampamento está lá, em Maricopa, Arizona.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Covilhã vai fabricar aviões ligeiros e a jacto

Grande notícia para a economia portuguesa! Não são todos os dias, que aparecem notícias como esta:

A empresa aeronáutica Aleia vai instalar uma fábrica de aviões na Covilhã. O projecto prevê que a unidade de produção seja responsável pela concepção, construção e montagem das aeronaves.

O projecto irá arrancar já em 2009 com a montagem de aviões ultra-ligeiros para a empresa participada da Aleia, Dyn Aero.

A sociedade de capitais luso-franceses estima que a partir de 2011 seja possível produzir aviões a jacto de quatro e seis lugares integralmente concebidos, construídos e montados naquela cidade do interior do País.

A existência do curso de Engenharia Aeronáutica na Universidade da Beira Interior (UBI), bem como o aeródromo local, contribuíram para a escolha da Covilhã para implementar a nova fábrica.

O projecto será acompanhado pela UBI em conjunto com a Cebate (Criação de Empresas de Base Tecnológica), organismo que tem apoiado a instalação da unidade fabril na Covilhã, que deverá criar cerca de cem novos postos de trabalho.

"O investimento previsto é de 10 milhões de euros até 2011", afirmou Maria de Jesus Botelho, gerente da Cebate, citada pelo Público.

"Vamos contribuir para as exportações do País e com isso melhorar as condições de todos os agentes económicos", salientou a gerente daquele organismo.

Num prazo de 18 meses, a Aleia espera que a produção de aviões ultra-ligeiros se situe em 200 unidades por ano. "São aviões comprados e utilizados principalmente para lazer e alguma actividade profissional dos seus proprietários", adiantou Maria de Jesus Botelho.

"Consta do nosso plano que as peças para esse avião não sejam produzidas por nós. Porém, para os jactos, tudo será produzido na nossa fábrica Aleia na área industrial do Aeródromo da Covilhã", afirmou aquela responsável.

Em 2010, "teremos os protótipos de aviões a jacto da Aleia a voar", para depois se iniciar a produção em paralelo com os ultra-ligeiros, acrescentou.